Listen in Winamp Listen in Media Player Listen in Real Player High 128k
Listen in Winamp Listen in Media Player Listen in Real Player Medium 96k
Listen in Winamp Listen in Media Player Listen in Real Player Low 64k
  Listen in Flash
 Agora: Lionel Ritchie - Stuck You



High 128k
Medium 96k
Low 64k
  Listen in Flash
 Agora: Em breve!!!



High 128k
Medium 96k
Low 64k
  Listen in Flash
 Agora: Em breve!!!
Home
Página Principal
Sobre a Plug
Histórico , Equipe
A Rádio
Programação, Como Anunciar
Variedades
Notícias, Enquetes, Recados
Web Radio
Coloque sua rádio na web
Newsletter
Receba notícias e promoções
Contato
Fale conosco, Peça sua música

Incerteza em relação à inflação motivou alta de Selic, diz BC

Segundo ata do Copom, aumentaram os riscos à concretização de um cenário inflacionário benigno, dentro da meta


O Banco Central teve que agir de forma "incisiva" para evitar que a maior incerteza em relação à inflação detectada no curto prazo se propagasse para um horizonte mais longo. Essa foi a justificativa do Comitê de Política de Monetária (Copom) do Banco Central para elevar, na semana passada, a taxa Selic de 8,75% para 9,50%.



De acordo com a ata da reunião, divulgada nesta quinta-feira, 6, pelo BC, aumentaram os riscos para a concretização de um cenário benigno para a inflação, mesmo depois da reversão de uma parcela substancial dos estímulos adotados durante a crise financeira. "Desde a última reunião, aumentaram os riscos à concretização de um cenário inflacionário benigno, no qual a inflação seguiria consistente com a trajetória das metas", justifica o BC. A decisão do Copom foi por unanimidade.



A projeção de inflação medida para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano voltou a aumentar, de acordo com ata divulgada pelo BC. Segundo o documento, no cenário de referência - que leva em conta Selic a 8,75% e câmbio a R$ 1,75 - a projeção de inflação se mantém "sensivelmente" acima do valor central de 4,50% para a meta fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Na reunião de março, o cenário de referência foi de uma taxa de câmbio de R$ 1,80 e taxa Selic de 8,75%.



A projeção de reajuste de energia em 2010 caiu de 3,3% para 0,7%, de acordo com ata do BC. A projeção de preços administrados caiu de 4% para 3,6% em 2010. O BC manteve na ata projeção de reajuste zero de gasolina e gás de bujão em 2010. Também manteve em 1,6% projeção de tarifas de telefonia fixa e de eletricidade. A projeção de reajustes dos preços administrados para 2011 foi mantida em 4,4%, segundo o cenário de referência.



No cenário de mercado, que leva em conta as trajetórias de câmbio e de juros apuradas pelo BC junto a analistas no período imediatamente anterior à reunião do Copom, a projeção de inflação para 2010 também se elevou, e se mantém sensivelmente acima do valor central da meta para a inflação.



Para 2011, no cenário de referência, a projeção elevou-se em relação ao valor considerado na reunião de março, e se encontra sensivelmente acima do valor central da meta. No cenário de mercado, a projeção também se elevou, no entanto se posiciona ao redor do valor central da meta.



O Comitê de Política Monetária (Copom) enxerga um contexto de "virtual esgotamento" da margem de ociosidade na utilização dos fatores de produção da economia. Na ata de março, o BC ainda falava em "acelerada redução da margem de ociosidade" e não de esgotamento virtual.



Nesse novo contexto, a autoridade monetária reiterou que os principais riscos para a consolidação de um cenário inflacionário benigno derivam, no âmbito externo, do comportamento dos preços das commodities e, no interno, do impacto dos impulsos fiscais e de crédito que ainda estão sobre a economia. "Com efeito, esses desenvolvimentos podem exacerbar um quadro que já evidencia a presença de descompasso entre o crescimento da absorção doméstica e a capacidade de expansão da oferta", diz o documento.



Ata evidencia o aquecimento da economia



A ata ainda apresenta uma importante lista dos sinais que evidenciam o aquecimento da economia: a elevação das expectativas de inflação; a trajetória dos núcleos de inflação; os indícios de escassez de mão-de-obra em alguns segmentos e a alta dos custos dos insumos. Para o Copom, houve uma deterioração do cenário prospectivo para a inflação, que precisa ser contida.



Na ata da reunião anterior, realizada em março, o Copom não falava em sinais de aquecimento. Dizia apenas que a economia brasileira já se encontrava em um ciclo de expansão, com uma incerteza de que seria dirimida ao longo do tempo. Na ata desta quinta, referente à reunião do Copom da semana passada, na qual a taxa Selic subiu 0,75 ponto porcentual, os integrantes do Comitê também destacam que a economia já se encontra em novo ciclo de expansão. A ata repete a avaliação de que ainda persistem incertezas, que deverão ser dirimidas ao longo do tempo, sobre o ritmo desse processo.



"O Copom considera que essa deterioração deva ser contida e, para tanto, precisam ser revertidos os sinais de persistência do descompasso entre o ritmo de expansão da demanda e da oferta agregadas, que, em última instância, tendem a aumentar o risco para a dinâmica inflacionária", destaca o documento. De acordo com o BC, diante dessas circunstâncias, a postura de política monetária deve ser ajustada. Por um lado, porque contribui para a convergência entre o ritmo de expansão da demanda e oferta, e, por outro, porque evita que pressões de preços originalmente isoladas determinem uma deterioração persistente do cenário prospectivo para a inflação.



Decisão de aumentar a Selic foi consenso



A ata do Copom destacou que houve consenso entre os membros do Comitê sobre a necessidade de se adequar o ritmo do ajuste da taxa básica de juros à evolução do cenário inflacionário prospectivo e o balanço de riscos. O objetivo, segundo o BC, é "limitar os impactos causados pelo comportamento da inflação corrente sobre a dinâmica subjacente dos preços".



De acordo com a ata,o Copom orienta suas decisões de acordo com os valores projetados para a inflação, a análise de diversos cenários alternativos para a evolução das principais variáveis que determinam a dinâmica prospectiva dos preços e o balanço dos riscos associado a suas projeções.


Fonte: Estadão



Outras novidades




   Copyright 2008 PlugFM Brazil - Todos os direitos reservados.
   Desenvolvido por Boo Soluções Web