Listen in Winamp Listen in Media Player Listen in Real Player High 128k
Listen in Winamp Listen in Media Player Listen in Real Player Medium 96k
Listen in Winamp Listen in Media Player Listen in Real Player Low 64k
  Listen in Flash
 Agora: Bob Seger - Like a Rock



High 128k
Medium 96k
Low 64k
  Listen in Flash
 Agora: Em breve!!!



High 128k
Medium 96k
Low 64k
  Listen in Flash
 Agora: Em breve!!!
Home
Página Principal
Sobre a Plug
Histórico , Equipe
A Rádio
Programação, Como Anunciar
Variedades
Notícias, Enquetes, Recados
Web Radio
Coloque sua rádio na web
Newsletter
Receba notícias e promoções
Contato
Fale conosco, Peça sua música

Mundo recebe com ceticismo acordo mediado por Brasil e Turquia com Irã

Lula e o premiê turco, Tayyip Erdogan, festejam pacto assinado com Teerã para que urânio iraniano seja trocado na Turquia e enriquecido fora do país, mas potências veem na ação uma armadilha dos aiatolás, que seguirão com seu programa nuclear


O clima de triunfo dos diplomatas brasileiros e turcos após a assinatura de um acordo sobre o programa nuclear iraniano contrastava ontem com o ceticismo da comunidade internacional, liderada pelos EUA, em relação à sinceridade das promessas do Irã.



Apesar de o acordo ser ainda mais detalhado do que a proposta feita a Teerã em outubro pela Agência Internacional de Enercia Atômica (AIEA), o Departamento de Estado americano anunciou ontem que o pacto não mudava em nada a disposição de Washington de impor, por meio das Nações Unidas, uma nova série de sanções ao Irã (mais informações na página A13).



Brasil e Turquia, porém, prometeram intensificar a oposição às sanções contra o Irã. Com o acordo turco-brasileiro para troca de urânio iraniano por combustível nuclear, o avanço das medidas punitivas do Conselho de Segurança (CS) "perde todo seu fundamento", defendeu o chanceler Celso Amorim pouco antes de deixar Teerã. Seu colega turco, Ahmet Davutoglu, endossou a posição brasileira. "Não há mais razão para encaminhar as sanções", afirmou.



Os dois países ocupam vagas rotativas no Conselho de Segurança da ONU. Os EUA, a Grã-Bretanha e a União Europeia declararam que a pressão sobre o Irã não deve ser aliviada por causa do acordo. Rússia, França e Alemanha pediram para conhecer os detalhes do texto.



De mãos dadas, os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, além do premiê da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, comemoraram a assinatura do pacto nuclear. Dividido em dez pontos fundamentais, o acordo difere do de outubro, basicamente, no que diz respeito ao país ? a Turquia ? no qual o Irã trocaria 1,2 tonelada de urânio enriquecido a 4% por 120 quilos do produto enriquecido a 20%, grau suficiente para uso em reatores de pesquisa. Pelo acordo atual, o Irã se compromete a esperar até um ano para receber o urânio.



Para Amorim, o diálogo só avançou desta vez, sob a mediação turco-brasileira, porque os dois países em desenvolvimento falam "a linguagem da cooperação", enquanto os que fracassaram usavam "a linguagem da pressão". A troca de urânio deve ter início assim que as "condições operacionais" permitirem. O regime iraniano já antecipou, no entanto, que suas centrífugas seguirão funcionando para enriquecer urânio a até 20%, como permite o Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP).



Limitações. Embora no seu último dia de visita a Teerã, Lula tenha declarado que "a diplomacia venceu no Irã", o próprio Itamaraty reconheceu o escopo limitado do acordo. Ele se refere especificamente ao caso do reator de pesquisa de Teerã, mas não menciona questões centrais da crise atômica iraniana. Amorim definiu o entendimento como "uma porta de entrada" para o diálogo. Nos bastidores, diplomatas dizem que "agora começa a parte difícil".



"O Irã teme as pressões internacionais e quer salvaguardas substanciais para qualquer acordo", afirmou ao Estado Hossein Seifzadeh, professor da Universidade de Teerã. Ele afirma estar pessimista sobre a possibilidade de a questão nuclear ser resolvida por meio do diálogo.



Inspeções e garantias de que o programa nuclear é pacífico, por exemplo, não constaram nas discussões entre Lula, Ahmadinejad e Erdogan. Tampouco se falou sobre quanto urânio o Irã já tem ? uma vez que apenas de seu estoque será enviado à Turquia.


Fonte: Estadão



Outras novidades

Nenhuma noticia encontrada.




   Copyright 2008 PlugFM Brazil - Todos os direitos reservados.
   Desenvolvido por Boo Soluções Web